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Nunca tinha ouvido falar de Lil Peep, mas ouço cada vez mais notícias sobre Percocet e afins

Lil Peep era um rapper bem do famoso que morreu aos 21 anos esta semana vítima de overdose do tal Percocet, somado a Xanax, ansiolítico. Ele até se referia ao medicamento, derivado do ópio e analgésico pelo seu apelido “recreacional”, Perky.

Também nunca usei Percocet ou outro opiáceo, mas relatam que o efeito lateral desse tipo de droga é um relaxamento profundo. Overdose de opiáceo levaram também Prince e Michael Jackson (o mesmo Percocet).

Chris Cornell, vocalista do Soundgarden, morreu por enforcamento, mas fora addicted de opiáceo durante bom tempo e parece que vinha tomando-os recentemente.

O ponto a que quero chegar é que existe um problema e é preciso remediá-lo. Não dá para tratar mais (existem mais casos) essas mortes como acidentes. É preciso enxergar a recorrência e entender o tratamento.

Os Estados Unidos consomem 80% dos medicamentos derivados do ópio no mundo. Em 2015 300 milhões de receitas desses remédios foram prescritas por lá.

Soube que recentemente existe um lobby para que tais medicamentos passem a ser regularizados no Brasil.

Disfarçar de licitude uma epidemia dessas definitivamente não é solução. É a raiz do problema. Para que mais talentos e seres humanos morram, cada vez mais precocemente, como Lil Peep.

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