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Kiss é o maior espetáculo da (minha) Terra

Foi meu quarto show do Kiss. A banda tem papel importantíssimo na minha vida.

Em 1983, quando passaram por aqui pela primeira vez, foi igualmente a primeira vez que fui a um show. No dia seguinte, convencemos o pai do meu melhor amigo, Edgard, a nos levar para almoçar no hotel onde estavam hospedados – Hilton, no centro de São Paulo.

Nosso almoço durou das 10h às 16h, e nada de eles aparecerem. Quando nos preparamos para tomar o caminho da roça, chamamos o elevador e eis que surgem Gene Simmons e Paul Stanley saindo do mesmo. Sem maquiagem! (À época, os rostos deles sem maquiagem era como segredo de Estado – ninguém sabia o que poderia acontecer se os vissem assim…virar pedra, sei lá).

Sei que se Jesus começasse a caminhar sobre água exatamente ao lado de onde estávamos, daríamos de ombros.
Tenho até hoje na carteira uma palheta que ganhei do Gene Simmons – é como meu Graal do rock.

Quase 10 anos depois, em 1994, fui assisti-los no estádio do Pacaembu, no melhor line-up de um festival brasileiro ever: Suicidal Tendencies, Slayer, Black Sabbath e Kiss.

Mais cinco anos e assisto-os novamente mascarados, em Interlagos, na turnê de “Psycho Circus”, com as voltas de Ace Frehley e Peter Criss (que não estavam na primeira passagem da banda pelo pais, sendo substituídos pelo insosso Vinnie Vincent e por Eric Carr).

Uma década se passa, e eis eu lá de novo, à frente do palco – com minha mulher, mas infelizmente não com minha filha, de um ano e dois meses. Até queria que fosse o primeiro show da vida dela também. Mas quem sabe em mais uns anos?

Impressões de ontem aqui, ó: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2009/04/08/121246-culto-ao-hedonismo-do-kiss-leva-35-mil-ao-anhembi

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